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Mais além do princípio do prazer – uma leitura em Freud e Derrida

Por Cláudio Mendonça em 25/04/2010

Resumo: Este artigo tem por objetivo inscrever os registros de uma leitura do texto Mais Além do Princípio do Prazer de Sigmund Freud (1856-1939) correlacionando-o com capítulos do livro O Cartão Postal de Jacques Derrida (1930-2004) em busca de conceitos acerca dos aspectos estruturais do funcionamento do sistema psíquico. Algumas contribuições da neurociência foram inseridas com o objetivo de uma melhor compreensão dos sistemas de prazer e desprazer que ocorrem na mente humano.

Palavras-chave: Sigmund Freud; Mais Além do Princípio do Prazer; Jacques Derrida; psicanálise; filosofia; neurociência.

Abstract: This article intends to register a reading of “Beyond the Pleasure Principle” of Sigmund Freud (1856-1939) relating it with chapters of the book Post Card of Jacques Derrida (1930-2004) seeking structural concepts of the function of the psychological system. Some contributions of neuroscience was inserted to bring a better comprehension of the pleasure and displeasure systems the occurs in human mind.

Key-words: Sigmund Freud; Mais Além do Princípio do Prazer; Jacques Derrida; psychoanalysis, philosophy; neuroscience.

A Escritura Além do Domínio do Prazer

Seja além do princípio do prazer. Por mim aberto na primeira página, semnenhuma precaução, tão inocentemente quanto possível. Sem o ter, eu me outorgo o direito de saltar por cima de todos os protocolos metodológicos ou jurídicos que, com a maior legitimidade do mundo, me freariam aqui até a paralisia. Que seja. Jaques Derrida

Prazer e Desprazer

Mais Além do Princípio do Prazer é talvez o documento instituidor da escritura psicanalítica. É nele que vemos a consolidação de eixos fundamentais como as noções de pulsão, repetição, e os princípios do prazer, de conservação e de morte. Sua estrutura traz idas e vindas em propensão dialética. A crítica que Derrida elabora, ou melhor não se trata de uma crítica, e nem de uma releitura, mas de uma a-tese sendo este “a” uma negação que cumpre o papel de desconstruir um modelo organizado quase didaticamente onde os princípios se antagonizam. Este aspecto do texto prende uma lógica tão modular que como outros do pensador alemão busca paradigma no sistema econômico.

Freud busca a sustentação à suas teorias na biologia evolucionista dos estudos de August Weismann (1834-1914), o capítulo IV sintetiza os avanços deste e de outros autores contemporâneos. Cabe aqui, em meu ponto de vista uma pequena reflexão com base nos recentes avanços da neurociência no que se refere aos mecanismos de prazer e recompensa. A questão do prazer e do desprazer suscita o debate filosófico no texto de Derrida que sustenta intensas indagações a respeito – e é centro das atenções da psicanálise ainda que na obra em tela, Freud não o tenha tentado definir. Sem pretender que a neurociência coloque resposta a essas inquietações, mas não resistindo inserir este tipo de informação no debate, diríamos que os estudos sobre o sistema límbico estabelecem clara ligação entre determinadas atitudes ou situações vividas e a produção de dopamina pelo estriado ventral – núcleo acúmbens ou de cortizol pelo cortéx cingulado. O primeiro produzindo sensações de prazer e o último de stress. O cortizol seria capaz, inclusive de provocar a inibição da capacidade orgástica da mulher e a sua presença em níveis crônicos no organismo originar um número expressivo de patologias físicas degenerativas e do próprio aparelho imunológico. As emoções mais “primitivas” e bem estudadas pelos neurofisiologistas – com a finalidade de estabelecer suas relações com o funcionamento cerebral – são a sensação de recompensa (prazer, satisfação) e de punição (desgosto, aversão), tendo sido caracterizado, para cada uma delas, um circuito encefálico específico. (…) e finalmente a dopamina parece ser fundamental na mediação dos efeitos de recompensa. Neurônios dopaminérgicos projetam-se da área tegmentar ventral do mesencéfalo para muitas áreas do encéfalo através do feixe prosencefálico medial. Além disso, drogas que causam dependência química aumentam a eficácia da dopamina e provocam sua liberação no núcleo acumbens, demonstrando o papel desse neurotransmissor nos mecanismos de recompensa e/ou prazer (Esperidião-Antonio, V. et al. / Rev. Psiq. Clín 35 (2); 55-65, 2008).

Mais Além

Freud abre o primeiro capítulo propondo a negação de que seu texto tenha qualquer conotação filosófica, ou mesmo de história. Ele traça limites ao trabalho como se fizesse uma advertência a todos sobre como sua obra deveria ser classificada. Em sua característica eminentemente científica, o que, aliás, caracteriza a obsessão do autor e seu trabalho ao longo da vida. A obra foi publicada originalmente na International Psychoanalytic Verlag, uma importante editora austríaca que publicou diversos trabalhos do mestre. Esta ordem de método atravessa, naturalmente, o texto inteiro até sua conclusão para ao final inserir um trecho de um poema que tenta traduzir a forma como a verdade científica tenta se mostrar. São apenas duas linhas e pertencem a lavra de Friedrich Rückert (1788-1866) poeta alemão e tradutor de línguas orientais. O texto é extraído do que ao que tudo indica tratar-se de um iraniano, Hariris Makamen, “Se não se pode avançar voando, bom será progredir coxeando, pois esta escrito que coxear não é pecado”. Derrida ilumina este aspecto e daí derivam diversas conclusões, dentre elas a que reafirma a questão das idas e vindas da produção do saber científico.

A alusão à manqueira, na última linha do livro, está em relação oblíqua, lateral, pestanejante com a marcha mesma de Freud. Ele designa, em primeiro lugar, de forma evidente, uma lei do progresso científico; ela pertence, nessa medida, a uma espécie de discurso do método (J.Derrida 2007:454).

O pensador alemão estabelece a relação entre prazer e catexia, ou nível de excitação que o aparelho psíquico pode se submeter atravessar. As pulsões são responsáveis pelo trabalho do sistema anímico. A lógica pulsional é ponto crucial da tese e na leitura de Derrida ganha uma dimensão radical como que potencializando ou reinstituindo a idéia original. O texto de Ana Maria Continentino, em ensaio que analisa ambos os trabalhos, lança uma idéia síntese:

A pulsão de morte freudiana e a compulsão a repetição expõem não o movimento infinito das oposições, mas a própria estrutura pulsional, o seu pulsar inarredável, inapreensível movimento de repetição, desejo infinito de apropriação, que um impossível obriga a um retorno sobre si mesmo (Continentino 2008:87).

Em boa parte do texto, Freud vale-se de didática para demonstrar o funcionamento do sistema anímico e para isso usa a analogia da microeconomia. Poderia o ter se valido da física – o que seria até mais próximo de suas análises com base na psicofísica e a química – onde a aceleração de partículas aquece o corpo e o nível de excitação celular tende – pela segunda lei da termodinâmica – a se desaquecer ou a reduzir este grau ao longo do tempo. É o corpo de maior excitação que a transmite para o de menor, invariavelmente. Da mesma forma, o aparelho psíquico tende a buscar a redução da excitação ao longo do tempo ou ao menos conservar a inércia constante da energia psíquica.

O princípio do prazer deriva do princípio da constância, o qual, em realidade, foi deduzido dos mesmos fatos que nos obrigaram à aceitação do primeiro. Aprofundando-nos na matéria, acharemos que esta

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tendência, por nós suspeitada, do aparelho anímico cai, como caso especial, no princípio de Fechner da tendência à estabilidade, com o qual relacionou este investigador as sensações de prazer e desprazer (S. Freud 19??:259).

 

O Eu, ainda que seja orientado pelo princípio do prazer, acaba impedido de fixar-se nele tendo de pendular entre este e o princípio da realidade. Agora, no entanto não é a fonte do desprazer e nem sua antítese da mesma forma que a dor, ela mesma, não se opõe ao prazer. O aparelho psíquico acaba sofrendo inibições entre si em razão da eventual incompatibilidade de sua co-existência. Esta inibição pode se recalcar e buscar manifestação em outro momento ou forma.

A maioria do desprazer que experimentamos é certamente, desprazer de percepção, percepção do esforço de instintos insatisfeitos ou percepção exterior, já por ser esta última penosa em si ou por excitar no aparelho anímico expectativas cheias de desprazer e ser reconhecida como “perigo” pelo mesmo (S. Freud 19??:261).

Em efetiva síntese, Freud inscreve a definição da natureza do desprazer neurótico em vista de sua inibição de fruição ou “o prazer que não pode ser sentido como tal”. É esta mesma estrutura que o desconstrutor tenta ultrapassar nos fazendo ver que é a pulsão em seu movimento infinito e inexorável de repetição que elimina essa argumentação esquemática e dual fazendo que tanto PP como PM sejam ontologicamente eviscerados.

A lógica que a compulsão à repetição encena, a do jogo por completo, nos leva a uma outra coisa

Com relação entre pulsão de morte e compulsão de repetição, o texto freudiano introduz, na cena antes protagonizada por tendências binárias uma conceituação que, superando a dialetização que o jogo opositivo engendra, volta-se não para o encadeamento infinito das oposições, mas sim para sua própria estrutura, seu próprio movimento, a repetição. A pulsão de morte vem atestar o caráter repetitivo da pulsão (Continentino 2008:84).

Neurose Traumática e o For/Da

Mas é a neurose traumática que desperta a maior inquietude (Situação que era especialmente comum considerando-se o momento histórico do texto, 1920, apenas dois anos após o final de primeira guerra com dez milhões de mortos boa parte deles em trincheiras) em Freud, na medida em que a vida onírica destes pacientes é marcada constantemente pelos sobressaltos, onde a situação determinante do trauma se faz reviver fixando-o na situação originária. Tal situação parecia contrariar de maneira insuperável o princípio do prazer sem ter qualquer correlação com forças de conservação que justificassem este comportamento do aparelho psíquico. Aspecto intrigante é que na vida consciente destes pacientes, durante o estado de vigília, o fato traumático não se faz presente, ainda que como insistente recordação, diferente do sonho que traz de volta a situação de agonia com tal percepção que a reinscreve no momento presente.

Se os sonhos dos doentes de neurose traumática não nos levam a negar a tendência realizadora de desejos da vida onírica, deveremos recorrer à hipótese de que, como tantas outras funções, também a dos sonhos foi comocionada pelo trauma e afastada de suas intenções ou, em último caso, recorda as misteriosas tendências masoquistas do Eu (S. Freud 19??:264).

Correndo os riscos da excessiva simplificação, poderíamos afiançar que os sonhos desta natureza contraporiam ao eventual domínio do princípio do prazer na função onírica. O pensador alemão coloca o tema em suspensão e parte a traçar um paralelo e valer-se dele para introduzir no debate as brincadeiras infantis, e em especial, a do fort/da, jogo que ele mesmo vivenciava com um de seus cinco netos, então com dezoito meses. Trata-se do jogo de carretel onde a criança arremessa o objeto e depois o resgata utilizando o engenho. Há também um comportamento típico, repito, de a criança jogar para longe seus brinquedos, para fora do berço e.g., e depois tentar resgatá-los ainda que com a emissão de pesado choro. Embora o retorno do objeto lúdico traga em si alguma sensação de prazer, a sua ausência seria, ao menos, igualmente penosa o que contraria a aplicação da analogia econômica. Seria financeiramente desastroso lançar um objeto de valor ao longe e desenvolver esforço para tão somente obtê-lo de volta.

A detida análise do jogo pelo pensador alemão levou-o a conclusão de que a criança busca, de fato, conseguir domínio sobre uma situação a que é exposta passivamente como fonte de frustração e desprazer. Seria a desagradável ausência eventual, mas constante da mãe e que escapa inteiramente a seu controle. Com esta estratégia psíquica a criança buscaria adquirir protagonismo dentro da situação penosa convertendo-a em jogo. Característica que merece ser denotada refere-se a seu aspecto de repetição que é fundamento, como já dito, de toda a teoria pulsional. Ele faz extensa análise do tema e conclui ainda que a prática de jogos por crianças e mesmo os jogos dos adultos podem se situar nos limites do princípio do prazer congregando em elaboração anímica impressões dolorosas e situações de prazer.

Mais Além do Mais Além

Acima, foto de Jacques Derrida.

De fato, a repetição obsessiva que caracteriza este tipo de atitude neurótica acaba por desenvolver prazer e desprazer ao mesmo tempo o que não traz negação essencial ao princípio. Derrida, por seu turno, em certo ponto da obra busca sintetizar o Mais Além:

A dor tenderia à essência mesma da existência, a vontade de sofrer habitaria no fundo da vida, ela constituiria a aspiração mesma da vontade de potência, a necessidade diferencial que não vai sem resistência. Se seguirmos essa série de enunciados, o além do princípio do prazer seria afirmação da vida antes que aspiração ao retorno inorgânico (J.Derrida 2007:456).

Impossível não invocar Arthur Schopenhauer com a questão da vontade e Friedrich Nietzsche com vontade de poder ou de potência (No mundo fenomênico, regido pela necessidade da vontade, só há a repetição dos desejos – e o sofrimento que provém de uma insatisfação sempre renovada – Quando o desejo se detém é o tédio. Quando o tédio se detém é novamente o desejo. A morte, quando vier, anulará essa vida angustiante (que vai do sofrimento ao tédio em um movimento pendular). Em O SENTIDO, OS SENTIDOS E O SEM-SENTIDO DA VIDA José Thomaz Brum.), ainda que Freud, se aqui estivesse, detestaria a alusão. E o desconstrutor, quanto a este último, bem o faz.

A dor não se estabelece como oposição ao prazer, o que de fato não ocorre já que a ausência de um estado não implica em outro e nem a cessação de um promove a ocorrência de outro ao contrário, a coexistência não chega a ser algo raro e nem sequer excepcional. Já a repetição parece ser um mecanismo muito próximo dos primórdios orgânicos, passando por toda a evolução animal. A repetição traz em si algo de nossa essência comportamental com inúmeras ocorrências que de todas as formas tendem a se reafirmar. Não seriam as ações cíclicas do reino animal que permitem o atingimento dos limites de desenvolvimento de cada ser individualmente para o de cada espécie coletivamente, com seus acidentes e mutações?

O caráter conservador ou, melhor, regressivo, doinstinto, corresponde à obsessão de repetição, senão aos primeiros, pois, segundo a nossa hipótese, os instintos do Eu procedem da vivificação da matéria inanimada e querem estabelecer de novo o estado inanimado (S. Freud 19??:297).

Nesta perspectiva, surgem as inegáveis associações entre as ações concernentes ao amor erótico e por via de conseqüência voltada ao relaxamento e prazer e os componentes sádicos e masoquistas que parecem conviver. Parece que aqui se afigura a expressão do instinto de morte, o objetivo de dominar o objeto de desejo. Nosso sistema psíquico vive em processo de estímulo e excitação que busca pelas maneiras que consegue encontrar o retorno da carga para a situação de repouso, ou o mais próximo, do inanimado.

Assim sendo, o princípio do prazer esta também a serviço do instinto de morte. Mas o que seria afinal o instinto de morte? Ele decorre do fluxo psíquico inerente às tensões das excitações que procuram sua exacerbação em sucessivas repetições onde há uma episódica aproximação do objeto de desejo e seu relativo “destensionamento” para a renovação em permanente repetição cíclica. A vazão destas pulsões ressume na seqüência das repetições gerado sintomas que organizam o sistema anímico proporcionando a necessária repetição. São os caminhos facilitados que se assemelham aos leitos dos rios que quando estão secos apresentam as marcas por onde as águas da cheia serão forçadas a escoar. A cada nova profusão de águas pelos sulcos traz o aprofundamento destes, sua facilitação pluvial, seu esgotamento mais rápido com menos obstáculos, mas nunca pleno. A plenitude geraria o estado inanimado a que todo o vivente caminha. A contribuição de Derrida no que podemos chamar de mais além do mais além é efetivamente a de promover a ruptura do modelo de freios e contrapesos destes princípios anímicos.

O empuxo da pulsão de morte, tendência ao dispêndio sem reserva que escapa à lei da casa, ao jogo restrito gerido pelo prazer, em vez de se colocar como uma polaridade viria, justamente, suspender esta lógica, embaralhando as fronteiras entre vida e morte (Continentino 2008:86).

Este espectro de forças faz de nosso ethos a morada da pulsão repetidora que luta para realizar-se a todo o tempo em inefável tenacidade. Ela transgride a lógica do pensamento que enxerga solução cognitiva para este conflito e, ao contrário, promove um sentido de Eu projetado na ânsia de se apropriar da alteridade inapropriável, vivendo num ciclo de eterno retorno à origem, num imenso desamparo, inescapável solidão e incessante busca.

Referência Bibliográfica

Freud, Sigmund. Uma Teoria Sexual, Mais Além do Princípio do Prazer, Obras Completas Volume VIII. Rio de Janeiro: Editora Delta S.A., 19??

Derrida, Jacques. O Cartão-postal De Sócrates a Freud e além. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007.

Continentino, Ana Maria. In: Duque-estrada, Paulo Cesar (organização). Espectros de Derrida, O Luto Impossível da Desconstrução. Rio de Janeiro: Nau Editora, 2008.

Damásio, Antônio. O Erro de Descartes. Rio de Janeiro, Companhia das Letras, 1996.

Esperidião-Antonio et al. Neurobiologia das Emoções. Revista Psicanalítica Clínica número 35 páginas 55-65, 2008.

*Cláudio Mendonça foi chefe de Gabinete Parlamentar na Assembléia Nacional Constituinte (1988); Secretário Municipal de Fazenda e Administração (Resende, 1989-92); Secretário de Estado e Presidente do Conselho Estadual de Educação do Rio de Janeiro (1994); Coordenador das áreas de Fazenda e Administração do Estado do Rio de Janeiro (1999-2002); Consultor do Banco Mundial (2002); Presidente do Instituto Brasileiro de Educação e Políticas Públicas – IBEPP (2002), Presidente da Fundação de Apoio à Escola Técnica do Rio de Janeiro – FAETEC (2003); Secretário de Estado de Educação do Rio de Janeiro (2004-2006); Membro do Conselho de Análise Econômicas e Sociais do Rio de Janeiro (Fecomércio RJ – 2008); Presidente da Fundação Escola de Serviço Público FESP-RJ (2007/2009); Presidente Interino da Fundação Centro de Informação e Dados do Rio de Janeiro – CIDE (2008/2009); Em outubro de 2008 foi designado Conselheiro Titular do Conselho Estratégico de Informações da Cidade, do Instituto Municipal de Urbanismo Pereira Passos – IPP; Em abril de 2009 passou a presidir a Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro – CEPERJ. Em 01 de maio de 2009 foi nomeado como membro do Conselho Consultivo Municipal da Prefeitura de Niterói. Atualmente é Subsecretário de Estado da Subsecretaria de Capacitação de Pessoal da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (SEPLAG). Autor dos Livros: “Solidariedade do Conhecimento” e “Você Pode Fazer a Reforma Educacional”.

Fonte: Debates Culturais

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